Mitos sobre SEO – Não desperdice seu tempo com ações ilusórias

Sem Comentários

Como conseguir ter boas posições na era da pesquisa semântica. Obter ideias de palavras-chaves de cauda longa, consequentemente aumentará a relevância de suas páginas.

Neste artigo abordaremos estratégias de SEO contraditórias que são muito promovidas como importantes nos dias de hoje, no entanto estão totalmente desatualizadas. Com isso, mostraremos algumas técnicas verdadeiras e falsas.

SEO –  Causa, Fatores e Observações

Há muitos anos uma pessoa teve o Feeling de observar  que sites com muitas palavras-chaves rankeadas tinham algo em comum – os top 10. Sites de um determinado segmento tinham um forte engajamento em redes sociais, como o Facebook, e grandes portais com muitos links não importando se tinham relação com o segmento.

Na indústria de SEO, muito se vale para um segmento, e muito dificilmente dará certo em outro segmento. Isso pelo fato de que os nichos sao diferentes, ou seja,  experimentam a atualização de algoritmo de formas diferentes. O que mais vemos são “gurus” ditarem as regras do SEO. O que de fato você estará acreditando em uma técnica isolada e não como uma regra.

Isso ocorreu com o primeiro Phantom update, onde alguns “Gurus” insinuaram que o Google estava direcionando sites com experiência de UX baixa, ignorando os Insights fornecidos por uma postagem do Blog com alto teor de qualidade HUB Pages sobre a Atualização PHANTOM. Digamos que a atualização Phanton de 2015 foi além da experiência de UX.

Considere a perspectiva de várias experiências

 

Começamos pelo fato de que as atualizações não eram atualizações e sim ajustes de melhoria em prol do bom resultado oferecido para a pessoa que estava procurando por determinado assunto. Nada foi adicionado ao algoritmo, era simplesmente um ajuste, visto que o Google faz atualizações quando quer sanar um problema específico de SPAM ou melhorar a capacidade de entender a intenção do usuário por determinado tópico.

 

Nem todas as atualizações buscam SPAM

 

Sendo um tópico relevante, toda vez que uma alteração acontece no Google, a indústria de SEO reporta na mídia: “Google busca Spammer”,  “Google busca Poup UP”,  “Google vai punir duplicidade”. Porém, por alguma razão para essa mesma mídia que divulga tal notícia é vantajoso mostrar como algo de baixa qualidade; ou seja, imaginar um artigo relacionado a alguma palavra-chave que tenha boas posições por conta dessas palavras-chaves e links, e não como um bom conteúdo. Esses sites deixaram de aparecer por conta de uma classificação do Google referente aos seus usuários. Isso poderia ocorrer por sites que continham muitos anúncios e não levavam um conteúdo interessante para o usuário final.

Podemos analisar que a abundância de anúncios não foi um fator, ou um artigo mal explicado, ou sites com bons links, ou textos âncoras.

Esse efeito é de um algoritmo focado em entender melhor o conteúdo, mas não um algoritmo que se concentre em rebaixar sites de baixa qualidade ou sites com texto âncora excessivo.

OBS: Opiniões de Roger Montti,

 

Procure embasamento no que publica

 

Como todos nós sabemos, uma boa estratégia de SEO consiste em ter boas palavras-chaves com relação à estrutura de seu site ONPAGE e OFFPAGE. Uma estratégia de SEO sem links ou dados científicos é pobre para o usuário e para o Google, assim vemos a Wikipédia.

Sempre que um GURU faz uma afirmação sobre o algoritmo do Google, procure um link para confrontar o que de fato está falando para avaliar a veracidade da notícia.

“Não acredite em Fotos e Prints de dados do Google Analytics – isso é superficial” e pode ser manipulado.

 

Veremos agora algumas estratégias de 1990 que ainda são usadas como forte fator para ranqueamento

 

1 – Links para sites EDU – GOV

Estratégia de 1990 que muitos SEOs ainda utilizam como sendo fonte fundamental para o sucesso de sua campanha. Contamos que a origem de linkar sites de autoridade relacionados EDU e GOV baseia-se em Algoritmo HIT, em meados dos anos 90.

Para tirar suas próprias conclusões procure por Hubs and Authorities + Kleinberg e você entenderá tudo sobre essa estratégia antiga de linkar sites de autoridade.

Logo depois disso, os GURUS novamente afirmaram ser viável ter links para tal extensão, porém nenhum deles conseguiu demonstrar algum embasamento teórico que isso de fato tenha uma relação no fator de posicionamento da SERP

 

2 – Palavras-chaves em H1, H2 etc.

Palavras-chaves em cabeçalho hoje em dia não possuem mais relevância como antigamente.

O Google não linka KW em uma página com a mesma palavra-chave em uma consulta de pesquisa. Novamente a indústria de SEOs informa que isso tem relevância, mesmo sabendo que isso é da década de 1990.

Façam o teste! Pesquise no Google e veja quantas de suas palavras-chaves estão em TOP 5 da SERP.

 

3 – LSI e SEO

Primeiramente, você deve saber o que é LSI (latent Semantic Indexing), termo inventando há mais de 20 anos para determinar e distinguir termos exatos e termos semânticos de determinada palavra-chave.

O LSI não tem nenhuma relevância de como os motores de busca mostraram determinado resultado na SERP. Não vamos aprofundar em LSI. Caso queira saber mais, separamos alguns artigos acadêmicos interessantes sobre o tema:

Latent Semantic Indexing: An overview

Probabilistic Latent Semantic Analysis

Unsupervised Learning by Probabilistic Latent Semantic Analysis

 

Conclusão

Neste artigo tentamos mostrar algumas técnicas que mesmo sendo um desperdício de tempo ser focada como é hoje,  muitas pessoas ou agências ainda levam em conta fatores que não influenciam o SEO. Não caia em estratégias falsas de SEO!

Formado em Marketing, pós graduado em Marketing Digital pela FGV, certificado por entidades como FGV, Comschool, e entre outros, apaixonado por Marketing Digital, gerenciou equipes e detêm cases de sucesso

More from our blog

See all posts
 
Sem Comentários